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ATELIÊ DE DESIGN EM SP EXPERIMENTA NOVOS MATERIAIS

Os esforços atuais das indústrias para se tornarem sustentáveis necessita ir além das iniciativas tomadas. A conscientização sustentável é uma tendência, é visar um futuro com menos estragos e consequências no meio em que vivemos, e o Biodesign é uma ótima e viável opção para substituir esse sistema insustentável. O processo é: não retirar nada da natureza que não possa ser devolvido.
 
 

 
 
Já abordamos aqui a Biotecnologia aplicada nos “tecidos não tecidos” de Suzanne Lee, em uma curiosa alternativa de couro livre de animais. Agora é a vez da ANTIMATERIA, o ateliê lab em São Paulo, que usa o Biodesign na produção de novos materiais, em conjunto com o tingimento natural, e o resultado é incrível. A base da criação na ANTIMATERIA é garimpar materiais, resgatar, resignificar, criar e cultivar. Aos comandos da designer Irene Flesch, essa é uma marca de design que busca novos pontenciais dos materiais em um trabalho que envolve diferentes áreas, criando um diálogo entre funcionalidade e estética nos produtos desenvolvidos.

É possível encontrar no espaço fibra de bananeira, biocelulose, couro, plástico e nylon reciclados que compõem os objetos. O primeiro passo materializado da marca foi com a coleção de bolsas geométricas e super conceituais.

 
 

 
 
E não para por ai, a ANTIMATERIA tem sido o QG de pesquisas na produção de um biomaterial que se forma a partir de um processo de fermentação de bactérias e fungos, o B-Cel. Desenvolvido no ateliê lab, o B-Cel é um biopolímero resistente e biodegradável, pode ser uma película leve e translúcida, ou semelhante a um papel, plástico ou couro, dependendo da combinação de nutrientes e da manipulação. Além do mais, o material final é algo único, como se fossem impressões digitais, pois as texturas, volumes e toques variam conforme a temperatura, PH, composição e concentração nutricional. Isso é algo realmente novo e cheio de desafios, estamos falando da possibilidade de vestuário bio projetado, economia circular, a vanguarda do design.
 
 


 
 
Após ser cultivado o B-Cel é desidratado e então passa pela etapa do tingimento natural com Índigo, Ruibarbo, Alfafa, Casca de Cebola, entre outros.
 
 

 
 
Em resumo o Biodesign inclui uma ampla gama de processos com inúmeras facetas e demonstra cada vez mais o seu potencial na criação de uma moda sustentável. Quer saber mais? Aprender sobre Biodesign? Descobrir os processos, e como isso pode ser trabalhado junto a moda? Inscreva-se para o Curso BIOFASHION- Moda e Biodesign, dia 3 de Fevereiro em São Paulo.

 
 
 
 
CONTEÚDO ORIGINAL DIVAHOLIC.
Informações e imagens concedidas por Irene Flesch (Design/B-Cel Lab).

 

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